Que Amamos Não Esquecemos, O: Cemitérios - Finitude - Teologia - Coleção Compendium Código: 1072187

  • Thiago Nicolau de Araujo
CHIADO EDITORA
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Características do Produto

Autor(es)
  • Thiago Nicolau de Araujo
ISBN9789895173006
Numero de Páginas140
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraCHIADO EDITORA
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemImportado

Sinopse

"Em “O que amamos, não esquecemos”, Thiago Nicolau de Araújo defende a tese de que o ser humano é o único ser que tem consciência de sua finitude. Esta consciência o leva a expressar sua identidade na relação com a própria finitude, sendo o cemitério um dos espaços privilegiados para esta expressão. No espaço cemiterial, através de simbologias ou ausência das mesmas, o ser humano revela sua percepção do post mortem. O cemitério é também expressão de preservação da memória, seja individual ou c oletiva, da vida. Ao mesmo tempo, é forma de manifestação da identidade, condicionada à geografia, economia, política, cultura, religião. Neste sentido, a lida humana com a morte, em particular através do sepultamento e construção (ou não) de túmulos , é também expressão da preservação da identidade ou o seu “apagamento”. A partir desta fundamentação, o autor se lança ao empreendimento de analisar a reprodução de elementos culturais teutos em cemitérios no sul do Brasil pelas populações que imi graram no século XIX e seus descendentes, realizando um estudo comparativo com os cemitérios da Alemanha. Face aos condicionantes geográficos, materiais, políticos, culturais e sociais, através dos monumentos cemiteriais, a identidade é revitalizada, na tensão entre “reprodução-afastamento” da cultura originária. Wilhelm Wachholz"
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