Sociologia das Culturas Subalternas Código: 723120

  • Jorge A. González
APPRIS EDITORA
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Características do Produto

Autor(es)
  • Jorge A. González
ISBN9788581929729
Numero de Páginas183
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraAPPRIS EDITORA
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

"Sociologia das Culturas Subalternas é resultado de uma pesquisa do autor que documenta, problematiza, registra e interpreta a dimensão simbólica de uma região muito afastada e desiludida do México dos anos 1980. As teorias científicas da Cultura re tomadas e reavaliadas por Jorge A. González fornecem elementos importantes para se pensar na formação das ideias latino-americanas e refletir sobre o momento histórico no qual o objeto de pesquisa do autor está inserido, pressupondo, inclusive, uma l onga vivência marcada por uma identificação com o tema de suas teorias. O autor transita, com muita disposição, intimidade e familiaridade, entre os intrincados conceitos de Cultura, quer sejam eles bens de consumo, ideias ou crenças, chegando às tr ocas culturais mediadas pelas redes sociais que traduzem muitas interrogações a respeito das culturas no estágio atual e de suas novas configurações e vivências. Isso significa que o autor, com seu conceito gramsciano de culturas, perfaz em detalhes uma passagem do século XX para o século XXI sem perder de vista toda uma herança cultural marxista, levando em conta, por exemplo, o conceito de classe tão caro a Marx quanto a seus leitores — Gramsci e Lukács —, que o releem, contextualizando-o cad a um em seu tempo e espaço. Pode-se pensar hoje esse pleno conhecimento do autor em uma parte importante do livro, dedicada ao grande filão gramsciano que desloca o conceito de ideologia para hegemonia, designando os modos de subjugar, dominar e con quistar sob um aparente consentimento. É precisamente nesse momento que destacamos o trabalho não só do autor, mas também do pesquisador, que aplica de maneira clara para o seu leitor o conceito de hegemonia, obviamente mais amplo que o de ideologia. Por exemplo: é encontradiço e contumaz, nas democracias ocidentais, transmitir a ilusão de partícipe do poder às camadas populares. Em outro sentido, o trabalho de Jorge A. González deixa registrado o profundo interesse pela vida cotidiana, traduzi da como cultura popular ou cultura da vida cotidiana, e analisa implicitamente as afirmações, as negações, os desejos, as aceitações e as recusas por parte das camadas populares que imaginam ilusoriamente desempenhar aí um papel ativo. "
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