Arbitragem: Uma Aplicação Pratica nas Relações Locatícias Prediais Urbanas Código: 750888

  • Thaisa Pera Teixeira
LUMEN JURIS
FracoRegularBomÓtimoExcelente Sem avaliação
à vista no boleto bancário

Este produto será entregue por um de nossos parceiros

Produto Sob Encomenda: Este produto não está disponível para entrega imediata e será encomendado junto à editora. Previsão de postagem em até 7 dias úteis + tempo de transporte (conforme frete escolhido), após a confirmação do pagamento.
Avalie o produto:
Excelente

Características do Produto

Autor(es)
  • Thaisa Pera Teixeira
ISBN9788584406852
Numero de Páginas344
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraLUMEN JURIS
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

O presente trabalho refere-se à análise das principais características da arbitragem e da sua efetiva aplicação nas relações locatícias prediais urbanas. Para a consecução desse objetivo proposto, a arbitragem é estudada nas suas minudências, desde a sua origem histórica até a sua conceituação, natureza jurídica, constitucionalidade, arbitrabilidades objetiva e subjetiva, formas de instituição, atributos dos árbitros e procedimento arbitral. Somente depois é analisada a possibilidade da sua util ização como forma de dirimir conflitos oriundos de relações locatícias prediais urbanas que, segundo pesquisa realizada junto às Câmaras Arbitrais brasileiras, demonstra ser ainda tímida, mas com certeza é um campo bastante fértil e com um vasto hori zonte ainda a ser explorado. Tratando-se de uma relação contratual com regime próprio (Lei n. 8.245/91, a Lei de Locação), a previsão de arbitragem como forma de solucionar conflitos locatícios se depara com algumas questões polêmicas, as quais foram delimitadas e analisadas, com intuito de induzir o debate do tema, buscando expor as vantagens de se escolher esse mecanismo para dirimir esses conflitos. Para tanto, é necessário ter sempre em mente que o Estado Democrático de Direito deve proporci onar a todos o acesso a uma ordem jurídica justa, o que não significa acesso ao Poder Judiciário, mas sim a uma das formas reconhecidas pelo Direito como aptas a solucionar conflitos, respeitando-se a autonomia privada das partes em questões envolven do direitos patrimoniais disponíveis de acordo com a legislação vigente e a ordem pública.
Minha Conta