Adolescente e Maioridade Penal: Reflexões Sobre Violência e Prevenção À Luz da Proteção Integral Código: 738412

  • Cíntia Oliveira Domingo
JURUA
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Características do Produto

Autor(es)
  • Cíntia Oliveira Domingo
ISBN9788536261362
Numero de Páginas680
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraJURUA
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

Esta obra tem por objetivo estudar a adolescência e a violência na contemporaneidade, em especial o adolescente, o ato infracional, a prevenção e a maioridade penal, por meio de reflexões interdisciplinares pautadas pelo diálogo com outras Ciências H umanas e Sociais e pelos princípios, direitos e garantias decorrentes da Proteção Integral (atual paradigma alicerçante do Direito da Criança e do Adolescente), tendo como guia aquele que é o per­sonagem principal deste estudo: a pessoa humana em fas e peculiar de desenvolvimento. Influenciadas não apenas por fatores biopsicólogicos, mas também socioeconômicos e histórico-culturais, as adolescências brasileiras são especialmente vítimas de situações de vulnerabilidade e desigualdades sociais, ta nto pelo contexto em que estão inseridas, como pela faixa etária em que se encontram, cenário que se torna ainda mais intenso ao se analisar os perfis e as trajetórias de vida de adolescentes autores de atos infracionais, que passaram pelo filtro do Sistema de Justiça Penal Juvenil, e cumprem medidas privativas de liberdade: raramente “socioeducativas” e frequentemente potencializadoras e reprodu­toras de violência (tendo em vista as atuais condições da vida institucional e seus efeitos violador es aos direitos da personalidade, sobretudo o respeito à dignidade humana). Situações como invisibilidade, indiferença, preconceito, estigma, exclusão, falta de reconhecimento e de pertencimento sociais, ausência de vínculos afetivos significativos, desesperança em relação ao futuro, conflitos derivados do processo de construção da identidade e da necessidade de autoafirmação, questões afetas à autoestima, à falta do amor e governo maternal e paternal, danos oriundos da impossibilidade de acess o aos bens da vida essenciais para se viver dignamente, entre outras, fazem parte das vivên­cias desses adolescentes, que merecem não a redução da maioridade penal ou o au­mento do período de internação, mas o cumprimento daquilo que leis internacion ais e nacionais estabelecem há mais de trinta anos porém, até o presente momento, não foi concretizado: a Proteção Integral às adolescências (e não apenas àquela que possui família, frequenta a escola e não precisa da assistência do Estado). Certam ente, não são medidas punitivas ou repressivas que cumprirão esse desiderato, mas, precipuamente, medidas de médio a longo prazo que ataquem as verdadeiras causas da violência, como o aperfeiçoamento das instituições (responsáveis pela socializ
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