Teatro de Dança Galpão: Experimente Em Dança e Praticas de Resistencia Durante a Ditadura Militar No Brasil Código: 743699

  • Sofia do Amaral Osorio
PRISMAS
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Características do Produto

Autor(es)
  • Sofia do Amaral Osorio
ISBN9788555073991
Numero de Páginas204
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraPRISMAS
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

No Brasil, o período marcado pela ditadura civilmilitar também representou um momento de virada nas formas de pensar e fazer dança. Cada vez mais, artistas se contrapunham à predominância da técnica e concepções clássicas, experimentando práticas des centralizadas de criação e tomando o corpo como espaço de invenção de liberdades.Um lugar propício para tais experimentações foi o Teatro de Dança Galpão, criado em São Paulo no final de 1974 para abrigar aulas, apresentações e outras atividades liga das ao que se chamava então dança independente. Mesmo contando com financiamento estatal, o local serviu para a invenção de sociabilidades interceptadas pelo regime ditatorial, sempre atravessadas pela prática de dança. Por meio dos vestígios deixado s pela experiência do primeiro ano de funcionamento do Teatro de Dança Galpão, como as memórias de pessoas que o habitaram e alguns registros guardados por elas, o livro faz emergir uma história negligenciada por algum tempo e que agora, felizmente, vem sendo retomada por alguns outros estudos. Aqui, mais do que apresentar tal história, o que se faz é tornala presente, permitindo que o pensamento seja habitado pela dança.A articulação entre dança e ciências sociais foi o que motivou a realização do trabalho apresentado neste livro. Assim, voltase aos governos que pretendem se impor sobre os saberes e práticas da dança para se pensar as possibilidades de resistências que podem ser inventadas a partir dela. Resistências que não se enquadram n as definições estanques da ciência política clássica, mas que são capazes de inventar movimentos indomesticáveis cuja potência se faz presente de alguma maneira ainda hoje.
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