Colonialidades: Governos, Gentes e Territorios Na America Iberica - Séculos Xvii - Xix Código: 743649

  • Jose Inaldo Chaves Jr.
PRISMAS
FracoRegularBomÓtimoExcelente Sem avaliação
à vista no boleto bancário

Este produto será entregue por um de nossos parceiros

Produto Sob Encomenda: Este produto não está disponível para entrega imediata e será encomendado junto à editora. Previsão de postagem em até 25 dias úteis + tempo de transporte (conforme frete escolhido), após a confirmação do pagamento.
Avalie o produto:
Excelente

Características do Produto

Autor(es)
  • Jose Inaldo Chaves Jr.
ISBN9788555071874
Numero de Páginas343
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraPRISMAS
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

"Colonialidades: governos, gentes e territórios na América ibérica (sécs. XVIXIX) é obra coletiva e assemelhada a um caleidoscópio no qual é possível enxergar a riqueza e diversidade das sociedades coloniais e póscoloniais no chamado Novo Mundo. Sob vários ângulos e reflexos, observase a fricção de identidades, trajetórias, estratégias e territorialidades que ensejaram formações históricas nascidas da confluência entre as heranças política e cultural do Antigo Regime ibérico, com suas monarquias compósitas, e as experimentações ameríndias e africanas em contexto colonial. O governo e o exercício da soberania portuguesa e espanhola são, pois, os objetos centrais a serem tratados nas páginas que se seguem, tomando como mote suas múltiplas di mensões e agentes na fazenda, na justiça, no militar. Os temas da comunicação política, dos contatos interétnicos e do autogoverno alinhavam as análises desses jovens historiadores e os afinam ao que há de mais inovador na recente produção dedicada a o chamado Estado moderno, superando a realização de uma história política factual, afeita aos grandes nomes e heróis nacionais, e, a rigor, carregada de anacronismos. A nova história política e seus contatos transdisciplinares, sobretudo com a antro pologia interacionista, fundamentam estudos sobre a institucionalização dos espaços de autoridade, considerando a conciliação, quase sempre conflituosa, entre formas culturais indígenas, a matriz católicoescolástica e a presença da escravidão. Nesses processos nenhum pouco lineares, os choques e as disputas pelo poder se faziam diariamente presentes, ao passo que a negociação era um princípio fulcral sem o qual jamais o domínio ibérico teria se prolongado por tanto tempo. As fronteiras dos atuai s países americanos se constituíram a partir desses limites tão tênues, entre a norma e a prática. Em Colonialidades: governos, gentes e territórios na América ibérica (sécs. XVIXIX) fica ainda evidente o amadurecimento da historiografia dedicada ao tema, especialmente na consideração dos espaços coloniais e seus legados póscoloniais. Pesquisas refinadas são expostas aqui e constituem um convite ao leitor interessado em compreender o cipoal histórico que, em múltiplos cruzamentos, torna o Velho e o Novo Mundos tão distantes e tão próximos entre si. Se a história é um país estrangeiro, como apontou Peter Burke, o conhecimento dessa alteridade colonial largada nos primórdios da modernidade, entre os séculos XVII e XIX, é também um percurso d
Minha Conta