Literatura Em Transe: Labirintos, Abismos, Humor, Transe e Dor - Ensaios Código: 747598

  • Deneval Siqueira de Azevedo Filho
CRV
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Características do Produto

Autor(es)
  • Deneval Siqueira de Azevedo Filho
ISBN9788544412053
Numero de Páginas186
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraCRV
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

Ao contrário do que afirma a tradição aristotélica acerca do risível, o humor se realiza sem o rebaixamento e, no lugar da zombaria, institui a dor. É o que se verá presente no “transe” em outros autores aqui estudados. Sendo o riso um instrumento de crítica, a reflexão promovida pelo humor diante da situação cômica conduziria ao conhecimento catastrófico das causas que levaram o ser ao ridículo. Justifica-se, assim, a melancolia que se projeta do humor, que congrega o cômico e o trágico em uma mesma realização de caráter híbrido, capaz de representar tensões de um universo degradado, em ruína. Sob esse aspecto, a ambivalência do humor pode ser representada pelo “transe”, como fica bastante evidente em Hilda Hilst no jogo humor/escracho/dor , em João Gilberto Noll, na extrema solidão ruinosa dos revolucionários, no pastiche/ironia fina em Sérgio Sant’Anna, no telurismo e nos labirintos da marginalidade periférica em Bernadette Lyra e no erotismo e no humor maldito de Waldo Motta. Além, a análise de Ó, de Nuno Ramos, nos aspectos do “transe”, no tema da morte e no excesso/falha de comunicação entre os homens. A cada capítulo as análises mostrarão as peculiaridades de cada obra/autor/recepção. É fato que o trabalho de pesquisa não é capaz de se esquivar da subjetividade, principalmente quando se considera que a escolha do objeto de estudo parte, em grande medida, de opções individuais. Na definição do conjunto de obras que compõem este trabalho, foram considerados textos de cará ter exemplar do ponto de vista da congregação de traços capazes de definir diferentes aspectos do “transe” na Literatura Brasileira e Portuguesa contemporâneas. Os ensaios presentes nesta obra mostram, por meio de categorias diversas, que o humor não é o cômico, embora parta de sua realização para se concretizar. Ao contrário do que afirma a tradição aristotélica acerca do risível, o humor se realiza sem o rebaixamento e, no lugar da zombaria, institui a dor. É o que se verá presente no “transe” nos autores aqui estudados. Sendo o riso um instrumento de crítica, a reflexão promovida pelo humor diante da situação cômica conduziria ao conhecimento catastrófico das causas que levaram o ser ao ridículo. Justifica-se, assim, a melancolia que se projeta do humor, que congrega o cômico e o trágico em uma mesma realização de caráter híbrido, capaz de representar tensões de um universo degradado, em ruína. Sob esse aspecto, a ambivalência do humor pode ser representada pelo “transe”, como fic
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