Tradutor Cleptomaníaco e Outras Histórias de Kornél Esti, O - Coleção Leste Código: 721948

  • Dezsö Kosztolányi
EDITORA 34
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Características do Produto

Autor(es)
  • Dezsö Kosztolányi
ISBN9788573266177
Numero de Páginas136
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraEDITORA 34
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

O tradutor cleptomaníaco reúne treze histórias de Dezsö Kosztolányi (1885-1936), um mestre do conto e atualmente um dos nomes mais cultuados da literatura húngara. Publicadas nos anos 1930, as narrativas aqui selecionadas têm em comum o personagem Ko rnél Esti — boêmio frequentador dos cafés de Budapeste e alter ego do escritor — e uma forma leve, desconcertante e irônica de abordar as grandes questões da vida moderna. “Só o inverossímil é realmente verossímil, só o inacreditável é realmente acre ditado” — diz, a certa altura, Kornél Esti, o protagonista deste livro. E é armado com essa lógica dos contrários, uma inteligência afiadíssima e uma simpatia transbordante pelos tipos humanos mais desajeitados que o escritor húngaro Dezsö Kosztolány i (1885-1936) monta e desmonta as suas histórias, assim como um mágico faz as coisas desaparecerem bem diante do nosso nariz para reaparecerem, num piscar de olhos, atrás das orelhas. Com um humor raro, ao mesmo tempo corrosivo e repleto de compaixão , os treze contos de O tradutor cleptomaníaco e outras histórias de Kornél Esti pertencem ao ciclo de relatos sobre esse personagem, composto por Kosztolányi em seus últimos anos de vida. Nestas páginas, o leitor é conduzido como que por encanto pela Budapeste dos anos 1920, e outras cidades europeias, onde a vida fervilha nas ruas e nos cafés, nos quartinhos de escritores e em requintados salões de conferência em que se desenrola um sem-número de episódios absurdos, um mais surpreendente que o outro. Tido como um mestre da prosa moderna, Kosztolányi abriu caminho para a renovação da literatura europeia, influenciando autores como Frigyes Karinthy, Attila József, Sándor Márai ou Péter Esterházy — que considera seu estilo “multicolorido e in efável, como um arco-íris”.
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