Ditadura Civil-militar no Brasil: O Que a Psicanálise Tem a Dizer Código: 733001

  • Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes
ESCUTA - PULSIONAL
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Características do Produto

Autor(es)
  • Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes
ISBN9788571373884
Numero de Páginas164
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraESCUTA - PULSIONAL
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

Os autores dos trabalhos aqui publicados, convocados com a finalidade de contribuir para a compreensão "do que ainda nos é tão contemporâneo e doloroso", desenvolvem suas intervenções seguindo vários eixos temáticos: verdade e farsa, memória e esquec imento, lei e estado de exceção, punição e impunidade. Procurando aprofundar o diálogo entre psicanálise e política, exploram as ligações possíveis entre o mito freudiano de uma proto-história de dominação e crueldade, que se repete nos períodos de o pressão, e os importantes trabalhos sobre o estado de exceção, constituindo-se em paradigma do estado moderno. Desamparo, crueldade e onipotência despótica permitem situar a prevalência do traumático a partir da dessubjetivação produzida pelo terror de Estado. Mas eles explicam também por que, diante da imposição do silêncio, do encobrimento, do desmentido e do esquecimento, diante da claudicação do sentido induzida pelo poder civil-militar, torna-se possível contrapor a potência do acolhimento e da escuta sensível. Propõem, assim, a restituição da função simbólica da palavra, o trabalho da memória e a sustentação de um desafio: dizer o indizível, testemunhar, criar narrativas possíveis para vivências impossíveis de transmitir. Uma posição ética inerente à sua prática que se faz presente em seus trabalhos nas Comissões da Memória e da Verdade, nas Clínicas do Testemunho, em fóruns de denúncia e debate sobre os enclaves de exceção presentes na ordem jurídica atual - que perpetuam a impu nidade e dão sustento à permanência da violência. O que a psicanálise tem a dizer nos serve, então, não só para compreender o passado, mas para pensar também o presente e o futuro de nossa democracia.
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