História das Psicoterapias e da Psicanálise Código: 746005

  • Nelson Valente
PRISMAS
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Características do Produto

Autor(es)
  • Nelson Valente
ISBN9788555073977
Numero de Páginas283
Numero de Edição1
Ano de Edição2016
EditoraPRISMAS
Ano de Publicação2016
EncadernaçãoBrochura
OrigemNacional

Sinopse

Na última década do século XIX, Freud, dedicando-se ao tratamento psicológico dos neuróticos e particularmente dos histéricos, passa por uma série de ensaios dos quais resulta a psicanálise. Na primeira fase, aplica o método catártico em colaboração com Breuer: o paciente é posto em estado hipnótico, e o médico lhe faz perguntas relativas à origem dos sintomas e destinadas a permitir uma descarga emocional conexa. Demonstram assim que os sintomas histéricos tem origem em perturbações emocionais do passado estes acontecimentos perturbadores podem ser completamente rejeitados pela consciência e evocados no estado hipnótico. Além de não produzir a catarse um efeito terapêutico duradouro, Freud não apreciava a hipnose, processo incerto e que p arecia recender a magia ele s ó podia hipnotizar parte dos doentes. Foi o que levou, durante um período breve, que começou depois de 1895 e terminou antes de 1899, a recorrer a sugestão no estado de vigília colocando a mão na fronte do paciente, o médico convence-o de que pode lembrar-se do passado. Aqui, aplicando os ensinamentos de Bernheim, Freud mostra que os acontecimentos traumáticos não são realmente esquecidos. Mas esta técnica era muito penosa, o trabalho do terapeuta era dificultado pela resistência do doente para restabelecê-lo fazia-se necessário suprimi-la, quer dizer suprimir o recalque baseado na defesa do doente contra as tendências criticáveis. Assim nasceu a técnica que consiste em educar o paciente a abandonar toda a a titude crítica e interpretar o material produzido desta forma o pos tulado do determinismo mental implicava que tudo o que acontecia estava em conexão com o seu ponto de partida daí nasce a regra fundamental ou de livre associação, que prescreve ao paciente exprimir tudo, mesmo que uma ideia lhe pareça desagradável, absurda, fútil ou sem nexo com o assunto à expressão das associações de ideias seguia-se a libertação dos afetos recalcados. Foi à interpretação deste material, ao mesmo tempo pro cesso de investigação e de tratamento, que Freud deu o nome de psicanálise.
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